quinta-feira, 14 de junho de 2012

4° Post – Ciência e Tecnologia/Física


O museu de Minas e Metais não possui apenas exposições de pedras e metais por todo canto, é claro que a física também possui uma pequena participação.
Está “participação” é basicamente em duas salas, respectivamente: “Chão de estrelas” e “Miragem”, as quais são possíveis de encontrar no primeiro andar.
A primeira sala que pode ser vista que possui uma relação com a física é o “Chão de estrelas” o qual apresenta diversas lunetas, nas quais ao vermos, enxergamos diversas pedras, preciosas ou não. Essas lunetas possuem a capacidade de podermos enxergar a uma distância maior, elas geralmente são utilizadas para ver a frente, mas no caso do museu as encontramos viradas ao chão.
Lunetas: As lunetas são muito simples, elas possuem geralmente um aumento de 10x a visão, essas possuem lentes positivas (de pequeno diâmetro) e negativas (que fornecem uma imagem virtual) e são chamadas de terrestres. Existem claramente lunetas mais modernas e sofisticadas que podem possuir duas ou mais lentes positivas, estas são semelhantes aos telescópios e nos fornecem além de uma imagem melhor uma distância melhor.

Uma imagem da Phoenix mostrando as lentes de uma luneta comum, ou galileu (popularmente chamada)
 
A segunda sala “miragem” ao lado da sala “Chão de Estrelas”, é um pouco mais complicada, em um jogo de espelhos e reflexões ela fornece uma imagem holográfica, que nos faz acreditar que podemos inclusive tocar nos minérios ou que eles estão flutuando, mas com o cuidado e o ângulo certo nos fazem perceber o jogo de espelhos.
Isso tudo é gerado através de uma reflexão de uma imagem “real”, esta imagem deve ser formada por espelhos côncavos, a imagem é formada quando os dois raios de luz se cruzam, após refletirem um deles passa pelo foco e o outro pelo centro, diferente da imagem virtual que é um prolongamento desses raios, “após o espelho”.
Nesta sala não é possível encontrar apenas minérios com ilusões de ótica, lá podemos ver um grande quadro falando sobre a história dessa “imagem”, tal quadro diz sobre como os antepassados já haviam descoberto tal “truque”.

Exemplo de como são formadas imagens reais em espelhos côncavos


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